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Tudo o que sempre quis saber sobre Ressonância Magnética

13 Outubro 20   |   1154

A Ressonância Magnética é um dos exames de Imagiologia com maior precisão. Fique a conhecer como funciona e quais as vantagens desta tecnologia no diagnóstico de várias patologias.

 

O poder do magnetismo

Ao contrário de outros exames radiológicos como o Raio-X ou a Tomografia Axial Computadorizada (TAC), a Ressonância Magnética não produz qualquer tipo de radiação ionizante. Nesse sentido, é um método extremamente seguro. O seu funcionamento deve-se ao campo magnético gerado no cilindro da máquina, que estimula os átomos de hidrogénio existentes no corpo humano. Posteriormente são enviadas ondas de rádio cujas frequências são descodificadas pelo software da Ressonância Magnética. Assim são formadas imagens extremamente detalhadas do interior do corpo. Em conclusão, estas imagens permitem o despiste de várias condições que, de outra maneira, poderiam passar despercebidas.

 

Quanto tempo demora?

Uma Ressonância Magnética pode demorar entre 20 a 90 minutos, dependendo da zona do corpo a observar. Existe um barulho suave que é constante, semelhante a um sopro. No entanto, só quando se ouve o típico barulho mais alto é que a Ressonância Magnética se encontra em utilização. É importante que não haja movimento durante a realização do exame.

 

Preparação para o exame

Por norma, antes de uma Ressonância Magnética é pedido que o paciente venha em jejum de quatro a seis horas, dependendo da zona do corpo a que será realizada. A excepção é para uma Ressonância Magnética às articulações, uma vez que não requer qualquer preparação ou jejum.
Por outro lado, no caso dos exames na região pélvica, pode ser necessária alguma medicação laxante para permitir uma maior clareza das imagens recolhidas.
O paciente deve ainda trazer os seus exames anteriores, análises mais recentes e lista de medicação no dia da Ressonância Magnética.

 

O metal não entra?

Telemóvel, carteira, chaves, fios, pulseiras, brincos e piercings têm de ficar à porta.

A máquina gera um campo magnético e determinados metais prejudicam a qualidade da imagem. Além disso, podem ser atraídos pelo poderoso íman existente no cilindro. Nesse sentido, existem alguns dispositivos médicos que podem impedir ou condicionar a realização da Ressonância Magnética. São eles:

- Próteses metálicas;
- Válvulas cardíacas artificiais;
- Desfibrilhadores cardíacos implantados;
- Bombas de infusão de insulina;
- Neuroestimuladores;
- Pacemaker;
- Clips metálicos;
- Placas, pins, agrafos ou outras técnicas cirúrgicas que apliquem metal;
- Implantes cocleares ou tubos metálicos nos ouvidos;
- Dispositivos intrauterinos;
- Estilhaços de metal, balas, etc.

No entanto, existem metais que não prejudicam as imagens. É o caso dos implantes dentários em titânio ou das restaurações dentárias ainda em chumbo. No caso dos aparelhos de ortodontia, estes não afetam a qualidade da imagem se a zona do corpo em que incide o exame não for a boca.
Por outro lado, já existem pacemakers que permitem a realização de uma Ressonância Magnética, mediante uma programação prévia antes do exame.

 

Lidar com a ansiedade

Uma das principais dificuldades diz respeito a uma eventual sensação de ansiedade durante o exame. Pode ser provocada pelo barulho da máquina, pelo desconforto de estar num espaço pequeno ou pela dificuldade em nos mantermos imóveis durante o exame. É nestas situações que a experiência dos técnicos e clínicos de Imagiologia da Cintramédica faz a diferença. Um dos “segredos” é dar ao paciente o controlo do exame. Na mão da pessoa está sempre um botão de emergência que pode ser usado em qualquer altura, seja para falar com a equipa de Imagiologia, para satisfazer qualquer dúvida ou para que a pessoa sinta que não está sozinha. Esse botão, e a simpatia e profissionalismo da equipa da Cintramédica, dão segurança e confiança ao paciente. Deste modo, calmo e concentrado, também a pessoa poderá contribuir para a qualidade das imagens do seu exame de diagnóstico.

 

Quem não deve fazer uma ressonância magnética?

De um modo geral, praticamente não existem contraindicações para uma Ressonância Magnética. No entanto, é desaconselhável durante o primeiro trimestre de gravidez, uma vez que é nessa altura que se estão a desenvolver os órgãos do feto. Só deve ser feito se absolutamente necessário;

Ao prescrever este exame (ou qualquer outro que possa ter contraindicações), o médico pondera os prós e contras de se realizar o exame. Nos casos em que o exame é contraindicado só se procede à sua realização se for estritamente necessário do ponto de vista clínico.

 

Ressonância Magnética na Cintramédica

A máquina de Ressonância Magnética na Cintramédica é um aparelho de topo de gama da Toshiba Medical, a VantageElan. Além das imagens de grande qualidade que este dispositivo possibilita, a VantageElan permite exames de diagnóstico e de controlo com uma redução de ruído assinalável, sendo, por isso, mais confortável para o cliente. A máquina de Ressonância Magnética da Cintramédica é aberta nas extremidades e não se realizam exames com sedação ou anestesia.
Além do técnico de Ressonância Magnética os exames são sempre acompanhados por um clínico mediante um protocolo médico estabelecido para cada patologia.

A marcação dos exames de Ressonância Magnética na Cintramédica pode ser realizada num breve prazo. Esta é uma vantagem e uma grande conveniência para todos os clientes que tenham urgência em efetuar este exame.

 

Fique a saber quais os exames de Ressonância Magnética disponíveis na Cintramédica na Clínica de Sintra, conheça quais os acordos disponíveis.

 

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