Gasometria



Endocrinologia

Especialidade médica que estuda as desordens do sistema endócrino e suas secreções específicas, chamadas de hormônios. As principais áreas de atuação do especialista, que é denominado endocrinologista, são: o tratamento do diabetes, da obesidade, desordens da glândula tiróide, alterações do ciclo menstrual e outras doenças relacionadas à deficiência ou ao excesso de hormônios.

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5ª Feira        Sábado
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Principais Doenças e Áreas de Intervenção

HIPOTIROIDISMO

O Hipotiroidismo – também conhecido por tiróide hipoativa constitui um dos tipos mais frequentes de doença da tiróide, que afeta dez vezes mais mulheres do que homens. 
Detetar o hipotiroidismo nem sempre é tarefa fácil já que os seus sintomas são difíceis de reconhecer e acabam por facilmente se confundir com os sintomas de outras doenças ou consequência de determinados estilos de vida. Embora variem de indivíduo para indivíduo, são normalmente marcados pela fadiga/sonolência, maior sensibilidade ao frio, dores musculares e articulares, aumento de peso, obstipação, unhas e cabelos fracos e quebradiços, pele seca com tendência à descamação, inchaço da face, mãos e pés, diminuição da líbido e períodos menstruais anómalos, tal como problemas de fertilidade. O hipotiroidismo é causado pelo facto da tiróide não estar a produzir a quantidade suficiente de hormonas tiroideias, o que leva a que células e órgãos comecem a funcionar de forma mais lenta. 

Os sintomas do Hipotiroidismo incluem geralmente:
• Depressão
• Fadiga/ Sonolência 
• Intolerância ao frio
• Dores musculares e articulares
• Inexplicável aumento de peso (apesar da dieta saudável e da prática de exercício) 
• Obstipação 
• Períodos menstruais anómalos
• Problemas de fertilidade
• Unhas e cabelos fracos e quebradiços
• Pele seca
• Inchaço de face, mãos e pés 
• Diminuição da líbido

A natureza pouco específica destes sintomas faz com que muitas vezes sejam ignorados. Por exemplo, o aumento de peso – um dos sintomas típicos do Hipotiroidismo é muitas vezes atribuído ao avanço da idade, redução de níveis de atividade física ou ingestão de um maior número de calorias. 
 
HIPOTIROIDISMO E GRAVIDEZ

Estima-se que 5% das mulheres grávidas desenvolvem hipotiroidismo durante a gravidez e que não sendo devidamente tratado se pode tornar muito perigoso, aumentando o risco de parto prematuro e podendo colocar em risco o desenvolvimento e aprendizagem do bebé. 
O diagnóstico deste tipo de patologia pode ser feito através de exames laboratoriais, o mais frequente mede o nível de concentração da hormona tiroideia no sangue, ou através da localização e avaliação do crescimento da glândula tiróide recorrendo à ecografia (exame com ultra-sons). 
O tratamento do hipotiroidismo na grávida processa-se da mesma forma que nos restantes casos, com a toma de levotiroxina, uma fármaco que substitui a falta da hormona tiroideia e que também é recomendado durante a amamentação. 
As mulheres com hipotiroidismo que querem engravidar necessitam de uma dose mais elevada de levotiroxina, bem como um acompanhamento mais frequente que deve avaliar se a dose de levotiroxina está a ser a mais correta. 
Após o nascimento do bebé, 7% das mamãs às quais nunca foi diagnosticado hipotiroidismo podem vir também a desenvolver problemas da tiróide no primeiro ano após o nascimento. 

HIPERTIROIDISMO

Doença em que há produção em excesso de hormonas tiroideias, que se traduz por cansaço fácil, palpitações, intolerância ao calor, ansiedade, perda de peso marcada, insónias, diarreia. 
O tratamento deve ser dirigido à causa, podendo ser com comprimidos, tratamento com iodo radioativo e em casos mais graves cirurgia.

PATOLOGIA NODULAR DA TÍROIDE

Os nódulos da tiróide são muito frequentes, sobretudo nas mulheres. A maioria são benignos, mas 5-10% podem não ser, pelo que, é importante se estiver indicado, a realização de uma citologia para avaliação. A citologia eco-guiada da tiroideia é um exame que pode ser efetuado no próprio dia, no consultório. A indicação cirúrgica depende se existe malignidade, se o tamanho (ex. BMN mergulhante) provoca queixas compressivas locais ou por motivos estéticos.
 
DIABETES TIPO 2
 
A diabetes tipo 2 (90% dos casos), é uma doença metabólica crónica em que o organismo, além de produzir insulina em quantidade insuficiente, torna-se resistente a ela, não a metaboliza, o que provoca um excesso de açúcar no sangue. É normalmente uma doença silenciosa, porque pode desenvolver-se durante anos, sem apresentar qualquer sintoma, o que é preocupante, porque ao número de casos já diagnosticados no nosso país (entre 400 e 500 mil), juntar-se-ão outros tantos que estão ainda por diagnosticar e que quando o forem já poderão apresentar complicações (na visão, por exemplo). E mais preocupante ainda é o facto de, além de haver uma predisposição genética, a diabetes tipo 2 ser consequência de hábitos de vida pouco saudáveis, associados à obesidade, má alimentação e sedentarismo. Havendo cada vez mais casos de crianças e adolescentes com excesso de peso e obesidade, não é de estranhar que surja cada vez mais cedo (entre os 30 e os 40, em vez de aparecer aos 60). Assim, é fundamental haver uma vigilância regular, com ida ao médico de família uma vez por ano para fazer análises de rotina (uma análise que mede o valor da glicose no sangue em jejum é o suficiente para o diagnóstico) e medidas simples de prevenção, como fazer uma alimentação saudável e variada, pobre em açúcares e gorduras saturadas, e exercício físico no dia-a-dia (uma caminhada de 30 minutos diários é suficiente). 

Contudo, em situações já avançadas pode manifestar-se com sintomas:
1) infecções urinárias constantes
2) urinar muito e muitas vezes 
3) comichão no corpo (principalmente nos genitais).

E, em situações ainda mais avançadas e mais graves, sintomas típicos da diabetes tipo 1: 
1) sede constante e intensa; 
2) fome difícil de saciar; 
3) sensação de boca seca; 
4) fadiga; 
5) perda de peso inexplicável;
6) visão turva. 

Quanto mais cedo for diagnosticada e tratada a diabetes, o que implica o controlo da glicemia (picada do dedo), bons hábitos alimentares, prática de exercício físico, não fumar, fazer a vigilância dos órgãos mais sensíveis (retina, rins e coração) e cuidar da higiene e vigilância dos pés, melhor se evitam sequelas como a cegueira, as úlceras nos membros inferiores, as doenças cardiovasculares, entre outras. 
 
DIABETES TIPO 1

Trata-se de uma doença auto-imune em que existe uma destruição do pâncreas, que habitualmente manifesta-se na infância (8-14 anos), o que obriga a terapêutica com insulina. O Endocrinologista tem as competências necessárias para o tratamento e seguimento das pessoas com diabetes de forma a minimizar o aparecimento de complicações crónicas ou agudas associadas a esta doença, em caso de não estar controlada.
 
OBESIDADE

Despiste de patologia endócrina que impossibilite a perda de peso apesar dos cuidados com a dieta e prática de exercício físico. Acompanhamento nutricional e terapêutica médica, se indicada, com o objetivo da perda ponderal.
 
HIPERTENSÃO ENDÓCRINA

Despiste de causa endócrina (análises) para o aparecimento de HTA, sobretudo em idades mais jovens e potencialmente curável
 
HIRSUTISMO

O hirsutismo caracteriza-se pelo excesso de pêlos em zonas do corpo da mulher, nomeadamente na região mamária, abdómen e face e Síndrome do Ovário Poliquístico. Nestas situações o médico endocrinologista faz uma avaliação endócrina e opta pelo melhor tratamento.
 

 

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